oi galera estou sumido mas em breve o blog voltara a ativa!!
ainda estou a procura de pessoas para me ajudar aqui
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10 de jul. de 2014
12 de abr. de 2014
Pessoal do blog
gente estou a procura de ajguem para me ajudar no blog pois nao estou postando com tanta frequencia como antes.se vc quiser fazer parte dessa equipe comente seus email's que eu entrarei em contado muito em breve.
31 de mar. de 2014
parabéns para o blog
Nossa finalmente já chegamos a 50 post's (51 com esse kkk) e agr estou abrindo uma vaga para alguem me ajudar no blog pq ele esta meio parado
29 de mar. de 2014
Macio Calafiori um exemplo de vida
Por detrás de uma voz forte e de uma postura séria imposta por terno e gravata, Márcio Calafiori Resende revela-se
um homem que escolheu despertar nas pessoas a vontade de crescer e
viver para o bem. Quando menino que corria pelo centro da cidade,
transformava meias em bolas para brincar, e sempre ocupava os bancos da
secretaria da escola do Monsenhor Mancini. É pai, avô e fundador da
Faculdade Calafiori, onde dedica boa parte do seu tempo em busca de
plantar sementes férteis de educação, respeito e amor ao próximo. O
filho do Dr. Sebastião Resende e de dona Neusa Calafiori tem prosa boa,
simplicidade e carinho por aqueles que passam por ele.
Para maiores informações sobre Marcio Calafiori acesse: http://marciocalafiori.blogspot.com.br/ ou clique aqui >>Marcio Calafiori<<
24 de mar. de 2014
Economia da África
Pessoas que ganham menos de 1 dólar por dia 36.2%
A Economia da África consiste no comércio, na indústria, e nos recursos dos povos da África. A África é o continente mais pobre do mundo. Embora algumas partes do continente tenham conseguido ganhos significativos nos últimos anos, dos 175 países revistos no relatório humano de desenvolvimento de 2003 das Nações Unidas, 25 das 53 nações africanas foram classificadas como tendo o mais baixo nível de vida entre as nações do mundo. Isto é em parte devido a sua história turbulenta. Desde o século XX, com a descolonização da Africa, a corrupção e o descaso das autoridades contribuíram para empobrecer a economia da África.
Porém algumas nações alcançaram relativa estabilidade política, como é o caso da África do Sul, que possui sozinha 1/5 do PIB de toda a África. O principal bloco econômico é o SADC, formado por 14 países. O atraso econômico e a ausência de uma sociedade de consumo em larga escala, colocam o mercado africano em segundo plano no mundo globalizado. O PIB total da África é de apenas 1% do PIB mundial e o continente participa de apenas 2% das transações comerciais que acontecem no mundo. Cerca de 260 dos 783 milhões de habitantes da África vivem com menos de 1 dólar ao dia, abaixo do nível da pobreza definido pelo Banco Mundial.
A África é o continente mais pobre do mundo, onde estão quase dois terços dos portadores do vírus HIV do planeta, a continuidade dos conflitos armados, o avanço de epidemias e o agravamento da miséria põem em causa o seu desenvolvimento. Algumas nações alcançaram relativa estabilidade política, como é o caso da África do Sul, que possui sozinha um quinto do PIB de toda a África.
Distinguindo-se pelas elevadas taxas de natalidade e de mortalidade e pela baixa expectativa de vida e abrigando uma população jovem, a África caracteriza-se pelo subdesenvolvimento. Aparecendo ao mesmo tempo como causa e conseqüência desse panorama, os setores econômicos em que os países africanos apresentam algum destaque constituem herança do seu passado colonial: o extrativismo e a agricultura - setores em que são baixos os investimentos e o custo da mão-de-obra - cuja produção é destinada a abastecer o mercado externo.
A incipiente industrialização do continente, por sua vez, está restrita a alguns pontos do território. Iniciou-se tardiamente, após o processo de descolonização, motivo pelo qual as indústrias africanas levam grande desvantagem em relação ao setor industrial altamente desenvolvido de países do Primeiro Mundo, ou mesmo de países subdesenvolvidos, mas industrializados, como o Brasil.
A base econômica da África está na agricultura, na criação de gado e no extrativismo mineral. A indústria é pouco desenvolvida.
1 de mar. de 2014
O Sistema Muscular (Biologia)
O sistema muscular é formado pelo conjunto de músculos do nosso corpo. Existem cerca de 600 músculos no corpo humano; juntos eles representam de 40 a 50% do peso total de uma pessoa. Os músculos são capazes de se contrair e de se relaxar, gerando movimentos que nos permitem andar, correr, saltar, nadar, escrever, impulsionar o alimento ao longo do tubo digestório, promover a circulação do sangue no organismo, urinar, defecar, piscar os olhos, rir, respirar...
A nossa capacidade de locomoção depende da ação conjunta de ossos, articulações e músculo, sob a regulação do sistema nervoso.
Tipos de músculos
No corpo humano, existem músculos grandes, como os da coxa, e músculos pequenos, como certos músculos da face. Eles podem ser arredondados (os orbiculares dos olhos, por exemplo); planos (os do crânio, entre outros); ou fusiformes (como os do braço).Mas, de maneira geral, podemos reconhecer três tipos de músculo no corpo humano:
Músculo não estriado (músculo liso);
Músculo estriado esquelético;
Músculo estriado cardíaco.
Os músculos não estriados têm contração lenta e involuntária, isto é, os movimentos por eles gerados ocorrem independentemente da nossa vontade.
Esses músculos são responsáveis, por exemplo, pela ereção dos pêlos na pele (“arrepio”) e pelos movimentos de órgãos como o esôfago, o estômago, o intestino, as veias e as artérias, ou seja, músculos associados aos movimentos peristálticos e ao fluxo de sangue no organismo.
Os músculos estriados esqueléticos fixam-se aos ossos geralmente por meio de cordões fibrosos, chamados tendões. Possuem contração vigorosa e voluntária, isto é, seus movimentos obedecem a nossa vontade. Exemplos: os músculos das pernas, dos pés, dos braços e das mãos. O músculo estriado cardíaco é o miocárdio, o músculo do coração, que promove os batimentos cardíacos. Sua contração é vigorosa e involuntária.
21 de fev. de 2014
Revolução Industrial
Introdução
A Revolução Industrial teve início no século XVIII, na Inglaterra, com a mecanização dos sistemas de produção. Enquanto na Idade Média o artesanato era a forma de produzir mais utilizada, na Idade Moderna tudo mudou. A burguesia industrial, ávida por maiores lucros, menores custos e produção acelerada, buscou alternativas para melhorar a produção de mercadorias. Também podemos apontar o crescimento populacional, que trouxe maior demanda de produtos e mercadorias.
Pioneirismo Inglês
Foi a Inglaterra o país que saiu na frente no processo de Revolução Industrial do século XVIII. Este fato pode ser explicado por diversos fatores. A Inglaterra possuía grandes reservas de carvão mineral em seu subsolo, ou seja, a principal fonte de energia para movimentar as máquinas e as locomotivas à vapor.
Avanços da Tecnologia
O século XVIII foi marcado pelo grande salto tecnológico nos transportes e máquinas. As máquinas a vapor, principalmente os gigantes teares, revolucionou o modo de produzir. Se por um lado a máquina substituiu o homem, gerando milhares de desempregados, por outro baixou o preço de mercadorias e acelerou o ritmo de produção.
Principais invenções técnicas da Revolução Industrial: lançadeira volante de John Kay, tear mecânico de Cartwright, máquina a vapor de JamesWatt e locomotiva de Stephenson.
A Fábrica
As fábricas do início da Revolução Industrial não apresentavam o melhor dos ambientes de trabalho. As condições das fábricas eram precárias. Eram ambientes com péssima iluminação, abafados e sujos. Os salários recebidos pelos trabalhadores eram muito baixos e chegava-se a empregar o trabalho infantil e feminino. Os empregados chegavam a trabalhar até 18 horas por dia e estavam sujeitos a castigos físicos dos patrões. Não havia direitos trabalhistas como, por exemplo, férias, décimo terceiro salário, auxílio doença, descanso semanal remunerado ou qualquer outro benefício. Quando desempregados, ficavam sem nenhum tipo de auxílio e passavam por situações de precariedade.
Reação dos trabalhadores
Em muitas regiões da Europa, os trabalhadores se organizaram para lutar por melhores condições de trabalho. Os empregados das fábricas formaram as trade unions (espécie de sindicatos) com o objetivo de melhorar as condições de trabalho dos empregados. Houve também movimentos mais violentos como, por exemplo, o ludismo. Também conhecidos como "quebradores de máquinas", os ludistas invadiam fábricas e destruíam seus equipamentos numa forma de protesto e revolta com relação a vida dos empregados. O cartismo foi mais brando na forma de atuação, pois optou pela via política, conquistando diversos direitos políticos para os trabalhadores.
Conclusão
A Revolução tornou os métodos de produção mais eficientes. Os produtos passaram a ser produzidos mais rapidamente, barateando o preço e estimulando o consumo. Por outro lado, aumentou também o número de desempregados. As máquinas foram substituindo, aos poucos, a mão-de-obra humana. A poluição ambiental, o aumento da poluição sonora, o êxodo rural e o crescimento desordenado das cidades também foram conseqüências nocivas para a sociedade.
Até os dias de hoje, o desemprego é um dos grandes problemas nos países em desenvolvimento. Gerar empregos tem se tornado um dos maiores desafios de governos no mundo todo. Os empregos repetitivos e pouco qualificados foram substituídos por máquinas e robôs. As empresas procuram profissionais bem qualificados para ocuparem empregos que exigem cada vez mais criatividade e múltiplas capacidades. Mesmo nos países desenvolvidos tem faltado empregos para a população.
18 de fev. de 2014
RESUMÃO GERAL (FINAL)
LIGAÇÕES QUÍMICAS
Na natureza, dificilmente os átomos ficam sozinhos. Eles tendem a se unir uns aos outros para formarem novas substâncias.
Alguns átomos são estáveis, ou seja, pouco reativos. Já outros não podem ficar isolados. Precisam se ligar a outros elementos. As forças que mantêm os átomos unidos são fundamentalmente de natureza elétrica e são chamados de Ligações Químicas.
Toda ligação envolve o movimento de elétrons nas camadas mais externas dos átomos, mas nunca atinge o núcleo.
TEORIA DO OCTETO
A Teoria do Octeto é baseada na estabilidade dos gases nobres. De todos os elementos que existem na natureza, apenas os gases nobres podem ser encontrados livres, na forma de átomo isolado. Os demais se encontram ligados uns aos outros, de diversas maneiras e nas mais diversas combinações.
Os gases nobres estão isolados porque obedecem à regra do octeto, ou seja, contém oito elétrons na sua camada de valência, ou camada mais externa, mais afastada do núcleo, com exceção do Hélio, que possui dois elétrons e é estável.
Regra do Octeto - Nos elementos químicos devem sempre conter 8 elétrons na última camada eletrônica ou camada de valência. Na camada K pode haver no máximo 2 elétrons. Desta forma os átomos ficam estáveis, com a configuração idêntica à dos gases nobres.
Observe a distribuição eletrônica dos gases nobres na tabela a seguir:
ELEMENTO
|
Z
|
SÍMBOLO
|
K
|
L
|
M
|
N
|
O
|
P
|
Q
|
HÉLIO
|
2
|
He
|
2
|
-
|
-
|
-
|
-
|
-
|
-
|
NÊONIO
|
10
|
Ne
|
2
|
8
|
-
|
-
|
-
|
-
|
-
|
ARGÔNIO
|
18
|
Ar
|
2
|
8
|
8
|
-
|
-
|
-
|
-
|
CRIPTÔNIO
|
36
|
Kr
|
2
|
8
|
18
|
8
|
-
|
-
|
-
|
XENÔNIO
|
54
|
Xe
|
2
|
8
|
18
|
18
|
8
|
-
|
-
|
RADÔNIO
|
86
|
Rn
|
2
|
8
|
18
|
32
|
18
|
8
|
-
|
A estabilidade dos gases nobres deve-se ao fato de que possuem a última camada completa, ou seja, com o número máximo de elétrons que essa camada pode conter, enquanto última.
Os átomos dos demais elementos químicos, para ficarem estabilizados, devem adquirir, através das ligações químicas, eletrosferas iguais às dos gases nobres.
Há três tipos de ligações químicas:
- Ligação Iônica – perda ou ganho de elétrons
- Ligação Covalente – compartilhamento de elétrons (normal ou dativa)
- Ligação Metálica – átomos neutros e cátions mergulhados numa “nuvem eletrônica” ou “mar de elétrons”.
Estes tipos de ligações são chamados de Ligações Intramoleculares, porque acontecem fora da molécula.
As ligações que acontecem dentro da molécula são chamadas de Ligações ou Interações Intermoleculares, que são as Pontes de Hidrogênio, Forças de London e Dipolo-dipolo.
Resumindo:
LIGAÇÃO INTRAMOLECULAR
|
- iônica
- covalente (normal ou dativa) - metálica |
LIGAÇÃO INTERMOLECULAR
|
- pontes de hidrogênio
- forças de London, dipolo induzido ou forças de Van der Waals - dipolo-dipolo ou dipolo permanente |
GEOMETRIA MOLECULAR
A geometria molecular explica como estão dispostos os átomos dentro da molécula. Os átomos tendem a ficar numa posição mais espaçada e esparramada possível. Assim, conseguem adquirir a estabilidade. As geometrias moleculares são: linear, angular, trigonal planar, piramidal, tetraédrica, octaédrica, forma de T, bipirâmide trigonal, gangorra ou tetraédrica distorcida, quadrado planar, pirâmide de base quadrática.
Veja as principais geometrias moleculares:
Linear Ex:
-----------------------------------------
Para moléculas diatômicas (com dois átomos).
Polar – átomos diferentes: HCl H – Cl
Apolar – átomos iguais: H2 H – H
Para moléculas triatômicas (com três átomos), sem sobra de elétrons do elemento central. Apolares.
Formam um ângulo de 180°.
CS2 S – C – S
Formam um ângulo de 180°.
CS2 S – C – S
----------------------------------------------
Angular Ex:
Para moléculas triatômicas com sobra de elétrons. Polares.
Formam um ângulo de 109°28´.
--------------------------------------
Trigonal Planar Ex:
Para moléculas tetratômicas sem sobra de elétrons. Apolares.
-----------------------------------------
Piramidal Ex:
Para moléculas tetratômica, com sobra de um par de elétrons. Polares.
Angular Ex:
Para moléculas triatômicas com sobra de elétrons. Polares.
Formam um ângulo de 109°28´.
--------------------------------------
Trigonal Planar Ex:
Para moléculas tetratômicas sem sobra de elétrons. Apolares.
-----------------------------------------
Piramidal Ex:
Para moléculas tetratômica, com sobra de um par de elétrons. Polares.
--------------------------- --------------
Tetraédrica Ex:
Para moléculas pentatômicas com átomo central. Apolares.
Tetraédrica Ex:
Para moléculas pentatômicas com átomo central. Apolares.
Forças de London
Esta interação intermolecular pode ser chamada também de dipolo-induzido ou Forças de Van der Waals.
É a interação mais fraca de todas e ocorre em moléculas apolares. Neste caso, não há atração elétrica entre estas moléculas. Deveriam permanecer sempre isolados e é o que realmente acontece porque, em temperatura ambiente, estão no estado gasoso.
São cerca de dez vezes mais fracas que as ligações dipolo-dipolo.
A molécula mesmo sendo apolar, possui muitos elétrons, que se movimentam rapidamente. Pode acontecer, em um dado momento, de uma molécula estar com mais elétrons de um lado do que do outro. Esta molécula estará, portanto, momentaneamente polarizada e por indução elétrica, ira provocar a polarização de uma molécula vizinha (dipolo induzido), resultando uma fraca atração entre ambas. Esta atração é a Força de London.
Exemplos:
Cl2, CO2, H2
Quadro-Resumo das propriedades físicas e os tipos de ligações:
Tipo de substância
|
Metálica
|
Iônica
|
Covalente polar
|
Covalente apolar
|
Partícula
|
Átomos e cátions
|
Íons
|
moléculas
|
Moléculas
|
Atração entre as partículas
|
Por “elétrons livres”
|
Atração eletrostática
|
Pontes de hidrogênio ou dipolo-dipolo
|
Van der Waals
|
Estado físico
|
Sólido (exceto Hg)
|
Sólido
|
Líquido
|
Gasoso
|
PF e PE
|
Alto
|
Alto
|
Baixo
|
Muito baixo
|
Condutividade elétrica
|
Alta (sólidos e líquidos), sem atração da substância
|
Alta (fundidos ou em solução)
|
Praticamente nula quando pura. Condutora quando em solução
|
Nula
|
Solubilidade em solventes comuns
| Insolúvel |
Solúvel em solvente polar
|
Solúvel em solvente polar
|
Solúvel em solvente apolar
|
Dureza
|
Dura, mas maleável e dúctil
|
Dura, porém quebradiça
|
-
|
-
|
Ligações Dipolo-Dipolo
Esta interação intermolecular pode ser chamada também de dipolo-permanente ou dipolar.
Ocorre em polares. É menos intensa que as pontes de hidrogênio.
Quando a molécula é polar, há de um lado um átomo mais eletropositivo e do outro, um átomo mais eletronegativo.
Estabelece-se de modo que a extremidade negativa do dipolo de uma molécula se oriente na direção da extremidade positiva do dipolo de outra molécula.
Assim:
Exemplos:
HCl, HBr, HI
Pontes de Hidrogênio
Esta interação intermolecular pode ser chamada também de Ligações de Hidrogênio. É realizada sempre entre o hidrogênio e um átomo mais eletronegativo, como flúor, oxigênio e nitrogênio.
Flúor
H + Oxigênio Nitrogênio |
É característico em moléculas polares. Podem ser encontrados no estado sólido e liquido.
É a ligação mais forte de todas, devida à alta eletropositividade do hidrogênio e à alta eletronegatividade do flúor, oxigênio e nitrogênio. De um lado, um átomo muito positivo e do outro, um átomo muito negativo. Isto faz com que a atração entre estes átomos seja muito forte. Por isso, em geral são sólidos ou líquidos.
Exemplos:
É a ligação mais forte de todas, devida à alta eletropositividade do hidrogênio e à alta eletronegatividade do flúor, oxigênio e nitrogênio. De um lado, um átomo muito positivo e do outro, um átomo muito negativo. Isto faz com que a atração entre estes átomos seja muito forte. Por isso, em geral são sólidos ou líquidos.
Exemplos:
H2O, HF, NH3
Uma conseqüência das pontes de hidrogênio que existem na água é a sua elevada tensão superficial. As moléculas que estão no interior do líquido atraem e são atraídas por todas as moléculas vizinhas, de tal modo que as essas forças se equilibram. Já as moléculas da superfície só são atraídas pelas moléculas de baixo e dos lados. Consequentemente, essas moléculas se atraem mais fortemente e criam uma película parecida com uma película elástica na superfície da água. Este fenômeno ocorre com todos os líquidos, mas com a água, acontece mais intensamente. A tensão superficial explica alguns fenômenos, como por exemplo, o fato de alguns insetos caminharem sobre a água e a forma esférica das gotas de água.
LIGAÇÕES INTERMOLECULARES / INTERAÇÕES INTERMOLECULARES
Os sólidos iônicos estão unidos por causa da forte atração entre seus íons cátions e seus íons ânions. A maioria dos metais são sólidos a temperatura ambiente por causa da ligação metálica.
As substâncias que tem ligações covalentes podem ser, em temperatura ambiente, sólida, liquida ou gasosa. Isto mostra que as interações entre estas moléculas podem ser maiores ou menores.
Existem três tipos de interações intermoleculares. Elas servem somente para as substâncias que possuem ligações covalentes. São elas:
- Pontes de Hidrogênio ou Ligações de Hidrogênio;
- Forças dipolo-dipolo, dipolo-permanente ou dipolar;
- Forças de London, Forças de Van der Waals ou dipolo-induzido.
Polaridade das Moléculas
Durante as ligações químicas, podem sobrar elétrons do átomo central.
Então:
- molécula polar – quando não sobram elétrons do átomo central.
- molécula apolar – quando sobram elétrons do átomo central.
-----Muito Simples------
Polaridade das Ligações Químicas
A eletronegatividade é a capacidade que um átomo tem de atrair para si o par de elétrons que ele compartilha com outro átomo em uma ligação covalente. As medidas experimentais foram feitas pelo cientista Linus Pauling, que criou uma escala de eletronegatividade.
De acordo com a diferença de eletronegatividade dos elementos, pode-se classificar a ligação covalente em polar ou apolar.
= diferença de eletronegatividade
Ligação Apolar (
=0)
Exemplos:
Observe que a ligação entre I e F é mais polar do que a ligação entre H e Cl.
Se o valor for maior que 1,7, a ligação é iônica.
Exemplos:
De acordo com a diferença de eletronegatividade dos elementos, pode-se classificar a ligação covalente em polar ou apolar.
Ligação Apolar (
A diferença de eletronegatividade tem que ser igual à zero. Geralmente, acontece em moléculas de átomos iguais.
Exemplos:
Exemplos:
Ligação Polar (
)
A diferença de eletronegatividade tem que diferente de zero. Geralmente, acontece em moléculas de átomos diferentes.Observe que a ligação entre I e F é mais polar do que a ligação entre H e Cl.
Se o valor for maior que 1,7, a ligação é iônica.
Exemplos:
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